Apr
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Uma das séries mais constrangedoras dos anos 80 foi Mulher Elétrica e Garota Dínamo. Se isso te lembra o Homem Radioativo e outras paródias dos Simpsons, é isso mesmo, elas foram a inspiração.
Segundo o IMDB, a série foi ao ar em 1976, contando com um total de QUATRO episódios.
Ao pessoal que reclama dos anos 80, acreditem. Os 70, em especial o finalzinho, foram piores ainda. Céus, como éramos bregas. Reparem nos penteados. 80% do buraco do Ozônio deve ter sido causado só pelo laquê usado em Hollywood.
A série foi criada tentando chupar um pouco do sucesso de Batman, só que ao invés de um milionário e seu pupilo, as identidades secretas eram duas repórteres, que como todo jornalista de ficção levam 20 dias pra fazer uma história e só fazem uma entrevista de 2 minutos por dia. Em geral perguntando “Mr White, o Sr matou sua esposa?”.
Acho que a única coisa que não envelheceu mal nessa série foi a Judi Strangis, a Garota-Dínamo. Na foto ao lado, feita em 2004, o grau de pegabilidade dela ainda está bem razoável.
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Dec
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É isso mesmo. A história em detalhes está aqui no Judão.
Sei que é saudosismo, mas é muito triste quando você acompanha o nascimento e a morte de uma idéia. Mesmo que esta evolua, como foi a [BP]MTV[/BP]. Lembro do início, quando ela só passava em UHF, e tínhamos que fazer malabarismo para assistir, pois não havia TV por Assinatura. Foi uma época onde clipes épicos eram comentados, como Thriller, o Go West do [BP]Information Society[/BP] Pet Shop Boys, o Money for Nothing, do [BP]Dire Straits[/BP].
Nessa época ainda acompanhava clipes na TV Aberta, no programa do Eládio Sandoval, com o Contra-Regra Maluco (na verdade o Diretor/Produtor/Faztudo Billy Bond) produzido pela BBVídeo, o primeiro a expor o fenômeno (da) Roberta Close.
Na MTV, antes das estrelas arrogantes como a [BP]Cicarelli[/BP] e o Marcos Mion, havia verdadeiros VJs, como a linda Cuca (a primeira, mas não a Dorinha Duval). Os programas passavam clipes, divididos em vários estilos, era possível uma segmentação, ao contrário da farofa que é hoje qualquer [BP]rádio FM[/BP].
Infelizmente, todas as coisas boas um dia chegam ao fim, e a MTV não tem como competir com o YouTube, com a Internet. O jovem hoje não vai ligar a TV para ver um videoclipe, ele vai fazer um download do iTunes e assistir em seu [BP]iPod[/BP]. Se quiser grande, é só ligá-lo na TV.
Assim, MTV, boa sorte, continuem inovando com bons programas, como os desenhos nacionais, -Fudêncio é ótimo- e obrigado pelos peixes.
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Nov
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Ser usuário da primeira geração de videogames foi um inferno. Os pais não eram abertos a novas tecnologias como hoje, tudo tinha um ar de desconfiança. Mais ainda: A noção de que as crianças entendem muito mais dessas coisas do que eles não era aceita. Assim tínhamos que conviver com algumas imposições, francamente, horríveis.
A maior delas, sempre ouvida de um amigo do amigo que NÃO tinha [BP]videogame[/BP] em casa, e repetida por nossos pais como se tivesse sido entregue em uma pedra no alto de uma montanha, era que “videogame estraga [BP]televisão[/BP]“. Com isso muitos éramos obrigados a jogar nossos Ataris, Colecos e Odisseys em uma TV preto-e-branco de 14 polegadas (ou menos) que não estivesse sendo usada.
Lembro de ter implorado, mostrando que não havia COMO o videogame queimar nada, era só um sinal de vídeo, passando pela antena (HDMI, 1080p, [BP]SVHS[/BP], vídeo composto? Só em sonhos). Nada. Jogar na TV colorida, só quando não tinha ninguém em casa.
Pior ainda; quando a TV de alguém queimava (sim, naquele tempo as TVs queimavam uma ou duas vezes por ano) a culpa era SEMPRE do videogame. O fato da TV de todo mundo queimar na mesma proporção, com ou sem um Atari pendurado, não significava nada.
No próximo artigo desta série “Memórias Jurássicas”, outra coisa que vocês não fazem a menor idéia do que seja, crianças: O botão de ajuste “vertical”.
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Oct
01
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Eu tenho orgulho de fazer parte da primeira geração que vai ficar velha (se o Osama deixar) sem ficar ranheta e saudosista no mau sentido. Nada daquela porcaria de “ah nos velhos tempos”. Os filmes melhoraram, a tecnologia que vimos nascer hoje avança a passos de papa-léguas, o que era ficção científica hoje faz parte do dia-a-dia e mesmo a música, bem… Beatles e Pink Floyd ainda são muito bem-vendidos, e para cada Hanson da vida de hoje em dia, tínhamos menudos, tremendos e tornados, então não dá para dizer que os tempos modernos são piores.
Vamos ver, em vários campos, como era a vida no começo dos anos 80 e como é hoje. Continue lendo… »
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