Pessoais

Minhas opiniões mais a sério sobre a Vida, o Universo e todo o resto.

Sinto cheiro de trairagem

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num é?

Agora ou Nunca! Vote em Mim no Prêmio Pix!

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Minha Gente! Nunca antes na história deste país um blogueiro teve seu incomparável talento, sua inquestionável habilidade, sua inimitável expertise e sua infinita humildade reconhecida como no Prêmio Melhores da Twittosfera 2009, promovido pela igualmente excelente revista Pix.

O blogueiro, claro, sou eu. Estou concorrendo em nada menos que cinco categorias diferentes, já me sinto o Titanic do Twitter, pronto para entrar para a História.

Só depende de você, Querido Leitor(©2009 Rosana Hermann) É preciso que você ratifique com seu voto a minha condição de vencedor!

Cumpra seu dever cívico, utilize os links abaixo e vote, mas vote gostoso, vote com jeitinho. Conto com vocês, companheiro. O Poder é de vocês!

1 – Melhor Avatar - Sim, eu sou o único que faz jus ao avatar de Gregory House. Vote em mim e se eleito for prometo receber o prêmio com uma bengala! Clique aqui e deposite seu voto!

2 – Muso da Twittosfera – Eu sou o único que usa um avatar que não é minha cara e mesmo sendo “denunciado” por gente muuuuito esperta que acha que me escondo (mesmo tendo uma penca de blogs, Flickr, indo a eventos, etc) continuo recebendo elogios. Lembre-se, o único que poderia competir comigo, o Zé Mayer, é fake e é metade mulher. Vote Cardoso como Muso da Twittosfera!

3 – Melhor Briga - Cardoso vs Aquela lambisgóia curitibana usuária de scripts que acha que é relevante. Ajudem-me a colocá-la em seu devido lugar. Prometo que se ganhar e dividir palco com ela, usarei o Jedi Mind Trick e…bem… vocês sabem. Clique aqui, vote em mim e depois conto tudo.

4 – Twitter do Ano - Fala sério, indicado a 5 categorias, esse prêmio deveria ser meu por aclamação. Então, nobre leitor, aclama que eu gosto, votando aqui ni mim como Twitter do Ano.

5 – Twitteiro Mais Chato do Ano – Esse prêmio tem que ser meu. É o meu reconhecimento, toda uma vida, uma obra, tanto tempo dedicado: Seja justo e reconheça meus esforços, vote Cardoso para Twitteiro Chato do Ano.

O fim de duas instituiões – ou: ARGGGHHHH

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Sexta-Feira depois de uma visita ao pessoal que faz crock, fiquei com preguiça de ir para casa, resolvi esticar no Centro do Rio. Como estava devendo uma visita ao Ronaldinho, meu garçom de estimação, fui ao Bar Luiz, uma das Instituiões da Boemia carioca, fundado em 1887. O chopp preto do Bar Luiz era considerado o melhor ou segundo melhor do Rio. Para mim era o melhor, de longe. Sem falar o bife á  milanesa e a salada de batatas.

Pois bem; embora avisado pelo Twitter, não acreditei, mas é verdade: Após mais de um Século de tradição, após décadas e décadas servindo chopp da Brahma, mudaram para… Xingu. Isso o chopp escuro. O Chopp claro é… Sol.

PQP! Mexicano e ándio não sabem fazer cerveja. Por isso o bar estava VAZIO em uma sexta-feira, começo da noite. Por ganância e burrice os donos aceitaram as ofertas da concorrência, desconsideraram gente que ia ali por geraões! O Fernando, que apareceu do Twitter comentou que o avô dele ia lá, desde criança.

Eu tomei UM chopp. Não é ruim, não é algo que faça mal ao figo, como cerveja Americana (não conhece? sorte sua) ou Malt Nojenta. Mas é pior. Faz mal á  alma. Tomar chopp no Bar Luiz e não ter gosto de Chopp do Bar Luiz me deixou com o amargo gosto da traição, e acreditem, vocês não querem sentir esse gosto.

Pedi desculpas ao Ronaldinho, e fomos encontrar o resto dos twitteiros no Devassa da Rua do Rosário. Nem de longe tem o clima e tradição do Bar Luiz, mas o chopp é honesto.

Claro, na prova clara de que nada dá certo na minha vida, na saída, ao lado do Bar Luiz olho para a vitrine d’A Guitarra de Prata, uma das lojas de instrumentos musicais mais antigas do Rio, com 122 anos de existência. O que vejo na vitrine?

É muito pra um cristão só aguentar. Ainda bem que pude afogar tudo no álcool, origem e solução de todos os problemas.

Crianças, tarados e vida fácil

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É fato público e notório que eu não gosto de crianças. Se eu fosse tarado ou canibal, em ambas as situaões comeria as mães primeiro.

Por causa disso eu atraio crianças mais do que uma van sem placas, de janelas tampadas, escrito “doces grátis” na lateral. E não é de hoje. Com 13 ou 14 anos, voltando do colégio sentou atrás de mim no ônibus uma mulher com cara de avó e um moleque falador, de 4 ou 5 anos (sou péssimo em avaliar idade de crianças. Meritíssimo.). Uma hora, do nada, a DOIS pontos da minha casa, o moleque simplesmente vomita. Não golfa, não arrota molhado. Vomita, em jorros, DIRETO NAS MINHAS COSTAS.

Eu levantei gritando “putaquepariu”, quem viu estava em choque, ainda nem tinham começado a rir. A mulher:

“Ah, ele já estava enjoado mesmo” – Assim, não pediu desculpas, nem nada. Porque era uma porra de uma criança eu tinha que sorrir e sair saltitando.

“Porra minha senhora se ele estava enjoado por que trouxe pra andar de ônibus. Por que não arrumou um saquinho, uma toalha, não colocou essa porra desse guri na JANELA?”

Isso dito gritando. A mulher não falava nada, mas me olhava com raiva, afinal EU havia levado uma vomitada nas costas, então obviamente a culpa era minha. Felizmente (para ela) meu ponto havia chegado. Tirei a camisa do colégio, limpei as costas e joguei em cima da mulher, com mais alguns xingamentos. Chegando em casa minha mãe perguntou onde estava a camisa. Acho que ela ficou feliz de não ter que lavar aquela caca.

Ontem descobri que aquelas desculpas esfarrapadas dadas por padres e pedófilos em geral, que dizem que foram seduzidos, que os garotinhos e garotinhas se atiravam neles, pois bem: Como diria Orson Welles (outro com cara de comedor de criancinha) é tudo verdade.

Estava eu no bar/restaurante aqui atrás de casa (estou no Rio por uns dias) no final da tarde, já anoitecendo. Eu fico quieto em uma mesa vendo filmes no iPod Touch. Isso claro atrái crianças, mas em geral minha expressão de Orc é suficiente para mantê-las á  distância.

Em último caso eu aplico a tática da invisibilidade: Finjo que a criança é invisível, e como estou com o fone de ouvido, sempre é uma boa desculpa.

Não funcionou dessa vez. Uma família se levantou para ir embora. Uma garotinha de 6 ou 7 anos (mas com corpinho de 5, mnham) que já estava me secando largou a mão do pai, já na porta e veio direto pra minha mesa.

Fingi que não era comigo, enquanto os pais olhavam de longe, esperando que eu fizesse festa na menina, como se ela fosse um cachorrinho ou algo assim, afinal não existe criança mais linda do mundo do que o filho deles.

A pequena corujinha começou a gritar “oi! OI! OOOII!!” e eu quieto. Aí a meretriz-miniatura começou a chegar perto do meu rosto! Nisso o pai chamou.

A futura ex-big brother, a futura prima olhou para o pai e disse “Eu quero dar um beijo nele!”

Eu fiz uma cara de nojo digna do Clodovil acordando de ressaca e vendo a Luciana Vendramini do lado dele na cama. “SAI DAQUI!” disse, enquanto me protegia com as mãos.

Nada contra garotinhas, mas meu piso absoluto é a Maioridade Legal. Mesmo assim só em raras exceões. Mulheres mais velhas dão muito menos trabalho.

No caso da garotinha, o pai-cafetão finalmente veio e removeu a criatura, me lançando um olhar de desaprovação. Vejamos se eu entendi: O cara adestra a filha para rodar livremente pelas mesas, para puxar papo com estranhos e até se envolver em atos de afeição FáSICA e o errado sou eu?

Meu único erro foi achar que pra ser tarado molestador o sujeito tinha que ter poderes Jedi, montar altos esquemas para sequestrar os pimpolhos.

Basta ficar sentado num restaurante e dizer ‘vinde a mim as criancinhas”.

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