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Conheçam Charlie, o Embichador, digo Embaixador Gay contra o Presidente da Gâmbia
arquivado em Fenomenologia, Política | Technorati: Veja a reação da blogosfera | Feed de comentários deste postA Gâmbia é um daqueles países africanos com PIB de conserto de geladeira e cuja principal atividade sócio-econômica é tirar leite de formiga e gerar pequenos gambienses esfomeados, e como não têm petróleo, nem ajuda econômica do ocidente eles têm.
E como todo país muito pobre, seus líderes são muito burros. Se bem que o Presidente Yahya Jammeh caprichou. Esse IMBECIL entre outras declarou ter descoberto a cura da AIDS, com uma infusão de ervas. OK.
Mês passado, em um tour pelo país ele resolveu achar um bode (ou, um pavão) expiatório para os problemas do seu pedacinho de Inferno na Terra: Os gays. Como ele não pode exatamente se declarar ariano e promover a pureza da raça gambense, os judeus ficaram de fora dessa vez, exceto os judeus hays que moram na Gâmbia (uns 2, se tanto). Ele declarou que o país é muito religioso, e que e atividades pecaminosas e imorais não serão toleradas.
Deu 24 horas para que os gays deixassem o pais e prometeu que "cortaria a cabeça de qualquer gay ou lésbica encontrado na Gâmbia"
Eu acho que Sua Excelência Yahya Jammeh está é com recalque pois seu país parece um pinto murcho.
Fernando Capanema, escultor brasileiro radicado em Nova York se uniu aos protestos internacionais contra o animal-de-tração que governa a Gâmbia, e para isso usou Charlie, seu boneco-escultura multi-uso (não que corte dos dois lados, Charlie é gay, não bi). Criou uma versão chamada Charlie Gâmbia:
A comunidade africana da cidade, claro, protestou. Como sempre o papo de oprimidos e união das minorias acaba quando duvidam de sua masculinidade, vide o caso do Zumbicha dos Palmares. É uma pena, pois ao protestarem estão dando razão ao energúmeno do presidente da Gâmbia.
No site do Fernando Capanema há outras versões do Charlie, como o Judeu, o Árabe, Padre (flácido) - juro!, Skinhead e Cristão Fundamentalista. Ah, tem um Charlie Gazela também. Cuidado ao clicar.
Agradecimentos à Juliana Mattos pela dica do post.






É dificil entender os africanos. Apesar de toda a diferença de um país pra outro certos comportamentos são padrão pra alguns deles.
No meu trabalho costumamos receber gente de Moçambique, Angola, Africa do Sul e Ruanda para treinamento e/ou visita para conhecer as instalações do laboratório. É incrível como as pessoas desses países são metidas a besta, cara os sujeitos se sentem os reis da cocaca preta (sem duplo sentido). A única exceção foi um pesquisador de Ruanda, o cara era gene boníssima. Infelizmente tinha uma história de vida triste, metade da família dele (esposa incluída) foi morta pela guerrilha no país.
É por causa de atitudes como essa agora que daqui a dez anos a prevalência do HIV nesses países vai chegar a níveis absurdos e esses países vão conseguir ficar piores do que já são.
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Fabrício reply on June 15th, 2008 11:18 am:
Engraçado como são as coisas. QUALQUER país que viva atolado naquela mentalidade colonialista do início do século passado (digo, viva atolado, pois por mais que alguns tenha deixado de ser colônias, ainda pensam e agem como uma) ou que viva atrelado a qualquer pedaço não superado de história (vide russos e demais países que vivem sob a sombra da guerra fria) agem de formas parecidas. Com atitudes estapafúrdias e maléficas para a população geral. Sorte que nem toda África é assim.
Na África, um dos países que mais crescem economicamente e que tem um relativo sucesso na prevenção da AIDS (Apesar, particularmente, não concordar com as estratégias adotadas) é Botswana, um dos poucos países que tem um certo grau de estabilidade política e civil, e que aparentemente conseguiu se desvencilhar dessa mentalidade rançosa.
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Bruno Pedrassani reply on June 15th, 2008 10:20 pm:
O problema é que os caras que vêm pra cá, são os caras podres de ricos. Ou o pai tem uma jazida, ou nadam no petróleo. Então, o comportamento natural de gente assim é ser um pé no saco, o que não reflete a verdadeira população de países africanos.
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Zé reply on June 17th, 2008 9:04 am:
Nem sempre Bruno. Embora o povo que venha seja de uma elite (afinal educação superior não é pra qualquer um) eles não são ricos. Pelo contrário, precisam das diárias pagas pelos programas internacionais pra viver aqui. Mesmo assim se sentem com o rei na barriga.
De qualquer forma não justifica o comportamento.
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Legal! Agora posso ser dono de meu próprio país! Será que eles aceitam cheque?
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Nem país desse não devem existir muitas coisas pra se fazer, leis para regulamentar. Então começam a fazer qualquer m*rd* pra dizer que fazem alguma coisa. É como um desvio de atenção da fome da população.
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Fiquei muito emocionado com o assunto (Gâmbia ?). Mas apesar de fã do blog, aguardo ansiosamente postagens com assuntos mais próximos do nosso Continente e do nosso país (sequestros, assaltos, assassinatos, corrupção, drogas). Isso, pela proximidade com os problemas, me dá uma sensação de segurança um pouco maior. Ficar tratando de assuntos de países que não conhecemos direito, como gays e AIDS na Gâmbia, me deixa muito inseguro. E olha que eu não sou neurótico.
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é uma pena constatar que a miseria africana não é apenas social, financeira e politica ,mas tambem humana!!triste ver que a humanidade não evoluiu em alguns pontos do planeta !!ainda se vive na idade média !!comete-se os mesmo crimes que a europa católica cometia seculos atras
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