Jun
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Lendo no blog do Rics descobri uma daquelas notícias tão estúpidas que a gente internamente reza pra não ser verdade, mas como já foi cientificamente provado que rezar não adianta…
Um hoax espalhado por email "alerta" que o número no fundo das embalagens de Leite Longa Vida é a quantidade de vezes que o leite voltou para a fábrica após perder a validade e foi reprocessado.
NÃO EXISTE ISSO, CACETE. É apenas a numeração do lote. Não se reprocessa leite vencido, exceto pra fazer coalhada.
Sério. O pior é que no Tocantins as donas de casa estão espalhando essa merda em um grande boca-a-boca, e os lotes de numeração maior estão encalhando nos supermercados.
DIz o artigo do Bom Dia Brasil:
“Isso foi amiga, uma falando para a outra. E assim aconteceu. Agora, eu não consigo comprar um número maior”, diz a dona de casa Dorca Selma.
Não consegue porque é burra, dona dorca. Está ESTRAGANDO leite que seria essencial para as crianças por pura BURRICE. MEDO. SUPERSTIÇÃO. Por achar que tudo que está na Internet é verdade.
E calma que piora. "vamos ensinar, vamos educar", certo? Não adianta. Esssas lendas urbanas grudam nas mentes primitivas de tal forma que as pessoas se RECUSAM a acreditar que são falsas. Os mercados colocam funcionários na seção de laticínios para falar com os clientes que percebem checar o número do lote, mas a maioria não acredita quando explicam que é lenda. Vejam a declaração de outra candidata a "Eu quero acreditar":
“Hoje, eu já tenho certeza que isso aqui é o lote de fabricação da embalagem. Mas a mania de olhar o fundo não saiu. Sem querer, eu fiz”, comenta, rindo, a aposentada Mauzira Barbosa.
Alguém tem dúvida de que quando não há repórter por perto ela descarta o leite com numeração alta?
O que isso resulta: Crianças tomando menos leite, maior mortalidade infantil, menos filhos de gente que acredita em lendas urbana chegando à idade adulta e se reproduzindo. Darwin em ação. No fundo, é bom.
Assim como foi excelente para determinar OUTRO fato até então no rol das lendas: EXISTE INTERNET NO TOCANTINS.
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Jun
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A gente não associa muito eco-chatas com algo sexy, até pela mania de não tomarem banho para economizar água e não raspar o suvaco para protestar contra a sociedade machista e patriarcal, mas o hype verde está aí e não é popular só entre os radicais livres.
Como todo mundo aproveita o hype pra vender mais, nada mais justo que a indústria de apetrechos sexuais vá atrás (não de mim! Epa!). Por isso a Bliss Box Toys <== CUIDADO ao clicar lançou a linha ECO-DILDO.
São consolos, com ou sem vibração, feitos em madeira polida e trabalhada, sem plástico ou outros elementos nocivos.
Vamos ver trechos do press-release deles. Desafio a não rir:
Dizem que com o produto você "ajuda a salvar o planeta".
Dizem que "nunca houve uma forma mais prazeirosa de salvar o planeta, e que "com os preços do petróleo disparando, como ele é feito de madeira, não de plástico, seu prazer nunca acabará."
Há vários modelos, todos caros. O mais em conta custa 40 Libras Esterlinas, ou R$126,00.
Ha modelos mais caros e maiores, como o Hercules, de 13 polegadas e mais parece um bastão de baseball. Vejam a ponta:
Pois é. Essa grosseria (com trocadilho) custa R$395, mas é pau para toda obra.
Para ficar com consciência mais tranquila ainda enquanto estiver atuchando um negócio desses no âmago de seu ser, a cada Eco Dildo vendido o fabricante plantará uma muda de salgueiro e enviará um certificado personalizado, para você colocar na parede.
Deve dizer algo como "ajudei a salvar o mundo comprando um pau de pau"
Fonte: Fark.com
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Tem gente que gosta de andar de Viamão Lotado, já eu não tenho amores por transporte coletivo de massa. Claro, abriria exceção para o coletivo de Clyde Scott, de Miami Beach, Flórida.
O sujeito foi preso junto com 5 outros elementos e elementas. Motivo? Tinham um ônibus-limusine com o bom e o melhor. O bom e o melhor, claro, eram as moléres (tm Morróida)
Três oficiais da polícia de Miami estavam disfarçados quando foram convidados a adentrar ao busão. Vejam o interior:
Gostou? Olhe a cara do bicho:
O ingresso, que valia comida (alimentícia) e bebida liberada custava US$40,00. Só por isso já valia.
Lá dentro se o sujeito quisesse, podia solicitar uma lap dance de uma das profissionais habilitadas. Pagava US$125,00, ia para a Sala Vip (uma parte fechada por cortinas) e curtia o momento. Algo mais íntimo, como, digamos, testar se a moça estaria preparada para salvar com um boca-a-boca sua cobra de estimação custava um adicional de US$100,00.
Eu achei a idéia ótima. Imagine trocar os ônibus daqui por possantes assim? O pessoal chegaria no trabalho muito mais feliz, muito mais disposto. Daria mais empregos para motoristas, garçons, caixas e mães de políticos.
Claro, os chatos não gostam, e o pobre Clyde e seus amigos foram detidos com diversas acusações de prostituição, violação da legislação de abres e até posse de substância controlada, pois ele tinha no bolso seis comprimidos de Viagra. SEIS! Isso não dá nem para… bem, sei lá, nunca precisei… mas se precisasse eu falaria com meu médico, entende?
Fonte: Miami Herald - Valeu pela dica, Bernard!
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Jun
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De nada. Eu sabia que vocês iriam me agradecer por NÃO colocar um player de verdade na imagem acima, para o vídeo de sexo do Vern Troyer, mais conhecido como Mini-Me, dos filmes de Austin Powers.
Mas se você quiser mesmo, o link pro vídeo está aqui:
NÃO CLIQUE!!!!!!!!! >>>>>>>>>>>> link pro vídeo - cuidado <<<<<<<<<<< NÃO CLIQUE
Fonte: WWTDD
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