Depois de anos de desenvolvimento o Grupo de Estudos Avançados do Exército divulgou a criação do primeiro Tanque Stealth Sazonal.
Projetado para ataques durante as festividades natalinas, o NOEL-I passa absolutamente imperceptível diante das decorações tradicionais. CUIDADO! Você pode ter um NOEL-I estacionado diante de sua casa, agora mesmo, e não está percebendo.
Em breve será testado o NOEL-II, uma versão aprimorada, desta vez com motor. No futuro o Exército espera ter verba até para comprar a gasolina…
Pareidolia é o nome dado à capacidade do cérebro humano em reconhecer padrões mesmo onde eles não existem. Exemplo: Na imagem abaixo, temos tanto dois rostos quanto um vaso.
Quanto há um “histórico”, o cidadão acaba mais propenso, enxergando imagens e padrões onde outros nada vêem, ou então exergando um padrão específico onde há apenas um padrão genérico. Exemplo: As manifestações da Nossa Senhora do Veja Multi-Uso e Jesus na Torrada.
Um excelente exemplo de pareidolia é a imagem de Jesus que apareceu na bunda de um cachorro:
Cada cultura enxerga o que quer. Um caso famoso, contado por Carl Sagan na série Cosmos é o dos Caranguejos Heike, no Japão. Eles não são comidos, mas devolvidos ao mar, por trazerem na carapaça o rosto de um guerreiro samurai. Segundo a lenda são os espíritos dos samurais que se afogaram, em uma antiga batalha. Um clássico exemplo de Seleção Artificial.
Quanto mais características reconhecíveis, mais impressionante é a pareidolia, e confesso que essas carpas mutantes (não sei se adolescentes ninjas) encontradas (ou mais provavelmente) desenvolvidas) na Coréia estão bem próximas a algo saído da Ilha do Dr Moreau.
Essa técnica de fazer vídeos com cara de amador mas recheados de efeitos especiais é bem legal. Graças a programas como o Adobe After Effects é possível sincronizar os movimentos de câmeras de mão com as animações.
A lógica desses filmes é mostrar uma situação “suculenta”, irresistível, daquela que a gente fala “caraca olha isso!”. Depois a situação escala, se tornando inverossímil. Aí a tensão acumulada no começo se dissipa, pois “não pode ser verdade”.
Feito isso, é possível revelar a marca/produto, pois o consumidor já estará simpático ao anunciante.
Essa é a essência da propaganda 2.0 (e da essência de toda boa propaganda): Divirta o usuário e ele vai escutar o que você quer dizer.
Vejam um exemplo didático, neste excelente vídeo de uma agência de viagens holandesa:
Eu já vi essa frase com “cachorra”, “cadela” e outros termos. Mas “macaca” cientificamente é o mais correto.
Uma pesquisa na Alemanha (surpreendente, essas pesquisas são sempre na Inglaterra) foi feita para descobrir um dos grandes Mistérios da Humanidade: De Onde Viemos, Pra Onde Vamos, Qual a resposta para a vida, o Universo e todo o Resto (essa eu sei, é 42) e, principalmente, porque diabos as macacas gritam quando estão fazendo sexo.
Você sempre se perguntou isso, vai, admita.
A primeira idéia que me vem à mente é daquela piada da gatinha de 19 anos que se casou com o velho de 90, com intuito de matá-lo na Lua de Mel, dando, digamos, uma canseira no véio. Ela se prepara na cama, o velhinho chega com o bilau já encapotado, um pregador no nariz e um algodão no ouvido. Ela pergunta o motivo, ele responde que detesta cheiro de borracha queimada e barulho de mulher gritando.
Mas não é por isso que as macacas gritam.
Analisando os macacos de perto (perto demais, em minha opinião) os cientistas descobriram que as macacas gritam em 86% dos encontros sexuais. Provavelmente nos 14% restantes elas só querem ficar abraçadas, ou só precisavam de um amigo, a coisa rolou, foi uma droga e amanhã vai ser horrível a gente se encarar…
Ele disse que estava carente e só queria dormir abraçado, que não ia rolar nada. Eu acreditei…
Nesses 86% dos casos, os machos ejaculavam em 59% das vezes. Já entre os casais cuja macaca manteve-se fiel ao decoro e aos valores morais, evitando expor-se com gritos descabidos, os machos só ejacularam 2% das vezes.
A pesquisa determinou que os movimentos pélvicos dos macacos aumentam em número e intensidade quando as fêmeas estão gritando, portanto é excitante para eles. Percebe-se que esses macacos não têm vizinhos no andar de cima ou o sogro dormindo no quarto ao lado.
O divertido é que a própria pesquisadora que fez essa parte do estudo, Dana Pfefferle, primatologista e cientista comportamental, admitiu que contar movimentos pélvicos de macacos é “bem estranho”, mas “é ciência”.
Fonte: (não achou que eu inventei isso, né?) LiveScience
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