Blog do Cardoso

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Oct
16

Pupurri de Viagens

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Nada como passar uma temporada no mato, fazer novos amigos, interagir com os nativos e fotografar coisas estranhas.

Nos dias que passei no Instituto Liliana Ometto para blogueiros muito, muito nervosos, pude passear bastante, e botar a máquina fotográfica pra funcionar. No total foram 1.27GB de fotos e vídeos, que nem comecei a decupar, mas vamos a algumas pérolas…

carloscardoso-liliana1.jpg

Esse é clássico. Posso afirmar que vai ser espalhado por aí naquela interminável série de placas absurdamente mal-escritas, que lotam os emails nas empresas. O pior é que é marketing. Várias outras placas traziam textos igualmente aberrantes, acho que o sujeito quis fazer gracinha, “caipira fala errado”, mas em minha opinião só se fez passar por analfabeto. Azar. A foto está aí, espalhem ;)


carloscardoso-liliana2.jpg

Quando eu era pequeno lá em Barbacena (ok, no Rio mesmo) de vez em quando íamos em alguma cachoeira, geralmente na zona semi-rural, aquela área cinza entre subúrbio e interior. Ou Santo André, como chamam em São Paulo.

Sempre avisavam para tomarmos cuidado com cacos de vidro, giletes, etc. O material em questão era deixado pelos macumbeiros. Algumas cachoeiras mais populares viviam cheias de despachos, marafo, frangos em vários estágios de decomposição, estátuas, dinheiro (eu pegava) doces, balas (as formigas pegavam quase tudo, eu pegava alguns mas escondido) correntes de metal barato, medalhinhas idem (odeio macumbeiro pobre, nem pra deixar cordão de ouro) tesouras, facas, garrafas que eram quebradas pelos mesmos idiotas que frequentavam a cachoeira…

Quando chegamos na Cachoeira Municipal, fiquei feliz de ver a placa proibindo esse tipo de vandalismo, só não entendi o pleonasmo. Jogar entulho e fazer serviço religioso em cachoeiras é rigorosamente a mesma coisa, digo por experiência própria.

Vejam como fica a cachoeira, sem despachos, estátuas e marafos em geral enfeiando o ambiente:


carloscardoso-liliana3.jpg

Claro, mesmo sem a macumba e cacos de vidro, a cachoeira ainda é um lugar perigoso. Segundo a Liliana de vez em quando morre um, que não acredita nas Leis da Física e acha que pode atravessar pedra, ou que 30cm de lâmina d ‘água vão amortecer uma queda de 4 metros de altura, em um mergulho olímpico para impressionar a minhoca-da-terra que o sujeito levou até lá.

Mas perigoso, perigoso mesmo é por dentro da geladeira da Liliana. Vejam só o que descobri: A comida preferia do Chuck Norris. Preferida e exclusiva, não sei de mais ninguém que encararia um brócolis desse:

carloscardoso-liliana4.jpg

Vai encarar?

carloscardoso-liliana5.jpg

Finalizando, por mais que tenha sido uma viagem deliciosa, a realidade é que nem em São Francisco Xavier consigo me livrar das Salsinhas. Mas ao menos essas estão no vaso, o que é um lugar bem adequado…

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  1. Mauricio em 16/10/2007 - 13:38 escreveu:

    Brócolis Ninja? Eu hein..
    Ainda bem que eu não sou muito herbívoro.

    [MODO PIADINHA INFAME ON]
    Cardoso, você gosta de verdura?
    [MODO PIADINHA INFAME OFF]

    rsrs



  2. Jorge em 16/10/2007 - 14:09 escreveu:

    Brócolos Ninja! LoL Cuidado com o Chuck!



  3. Jane em 16/10/2007 - 14:47 escreveu:

    Adorei muito…



  4. Bruno Guedes(Toupeira Profissional) em 16/10/2007 - 15:02 escreveu:

    Mais um pra comentar: “brócolis ninja”?! Cuidado, Cardoso, daqui a pouco aparecem umas “salsinhas franco-atiradoras” e “tubérculos terroristas”…

    A propósito: nunca ouvi ninguém que fosse de Barbacena dizendo a frase supracitada. Palavra de ex-barbacenense.



  5. Fernando Cury em 16/10/2007 - 17:00 escreveu:

    hahahahahhahahha

    um post do baralho (só que com “c”). Tudo indo muito bem até o brocolis ninja!!! hahah, mto bom cara!

    []s a todos.

    PS: A piadinha infame do Maurício é mto boa!!! hahah



  6. Luis Santos em 16/10/2007 - 17:34 escreveu:

    Aloha Chefe!
    Sabias tu que existe legislação para realização de “despachos” religiosos? Ainda bem que leis são seguidas religiosmante neste país…
    Já dizia Einstein que a estupidez é infinita, e como você soube por lá, se espalha por todos os lugares, deve estar ligada à entropia.
    Mas você precisa confirmar se existe “salsinha ninja”, aí seria realmente perigoso.
    Aloha!
    p.s. Welcome back.



  7. dudu tomaselli em 16/10/2007 - 17:46 escreveu:

    Esse dias assisti na sessão da tarde (tava numa espécie de fila de espera de consultório) o filme O Cachorro Ninja e tenho quase certeza de que vi esse brócolis em algum momento na tela.



  8. Hilder Santos em 16/10/2007 - 21:25 escreveu:

    (…)Algumas cachoeiras mais populares viviam cheias de despachos, marafo, frangos em vários estágios de decomposição, estátuas, dinheiro (eu pegava) doces, balas (as formigas pegavam quase tudo, eu pegava alguns mas escondido) correntes de metal barato…

    Não entendi, Cardoso… Pegava o dinheiro ou os doces? :D

    Tá dando uma de São Cosme, é? hehehehe



  9. Fanny em 17/10/2007 - 11:01 escreveu:

    Dinheiro de “despacho” é o canal!

    “morre um, que não acredita nas Leis da Física e acha que pode atravessar pedra, ou que 30cm de lâmina d ‘água vão amortecer uma queda de 4 metros de altura, em um mergulho olímpico para impressionar a minhoca-da-terra que o sujeito levou até lá.”

    Sempre tem um idiota mesmo, pena que eu nunca vejo isso. :S

    Ah, becolis Ninja. HAUSHUasuhA



  10. Enio Luiz Vedovello em 17/10/2007 - 12:03 escreveu:

    As salsinhas te perseguem, mesmo…