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Asfixia autoerótica e outras atividades recreativas
arquivado em Safardanagem | Technorati: Veja a reação da blogosfera | Feed de comentários deste postO campo das perversões humanas é vasto e fértil, e ninguém é obrigado a gostar de todas. Não há nada de errado em você ter seus limites. Eu as divido em:
1 – As que eu já fiz e gostei
2 – As que eu já fiz e não gostei
3 – As que eu nunca fiz mas gostaria de experimentar
4 – As que eu nunca fiz e não me atraem
5 – As que eu nunca fiz e não encosto nem com uma vara de 3 metros
Confesso que o Bordel das Japinhas Normalistas ainda está na categoria 3, mas algumas coisas eu subiria para a categoria 6, se existisse. Uma delas é a tal asfixia autoerótica.
Quem viu o Império Dos Sentidos sabe que no final o japa morre, experimentando o orgasmo supremo, esganado pela amante. (depois ela corta o bilau do sujeito e sai andando pela cidade, mas isso é secundário).
A idéia é que a privação de oxigênio gere um estado de confusão mental que prolonga a sensação E amplia a intensidade do êxtase.
A técnica não é popular entre mulheres, dada sua capacidade de orgasmos prolongados. Em alguns casos desde que o cartão de crédito passa, no shopping, até o café da manhã no dia seguinte.
O problema é que no caso da asfixia autoerótica, o sujeito faz tudo sozinho. Vejam o caso do pastor Gary Michael Aldridge, de Montgomery, Alabama. Ele foi achado morto, em casa, sozinho, com os pés e mãos amarrados, vestindo duas roupas de látex, muito comuns nos casos de “latex fetish”. Algo como isso aqui:

Agora imagine: DUAS roupas, mãos e pés atados, o sujeito se excitando e procurando ficar mais e mais asfixiado. Depois morre, sai no jornal e todo mundo ri escondido do pastor.
Se as pessoas cuidassem mais de suas vidas e assumissem o que fazem e o que gostam de fazer, casos desses não precisariam acontecer, mas acho que ainda não chegou a época em que a sociedade aceitará que o sujeito que gosta de se vestir com roupas de latex pode, também, ser um bom pastor Batista.
Eu acho que se envolver adultos conscientes, não assustar os animais domésticos e não interromper meu sinal de Internet, NADA que você faça em termos de sacanagem me interessa, me diz respeito ou serve para fazer juízo de caráter.
Se o Inagaki se veste de Gong-Li não faz a menor diferença, nem afeta os textos dele, exceto no Blog Secreto GueixaLife, mas acho que já falei demais.
O importante é que o fato de você não achar algo atraente não quer dizer que seja errado. Quase todas as mulheres que saí gostavam de homens e faziam coisas nojentas com eles, mesmo assim eu não as julgava por causa disso ;)




HAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!
Ahhh este japonês….
Não sei porque vocês gostam de pegar no pé dos niponicos, eles são pessoas normais, como o postar citado no texto.
Resumindo, são gente como a gente.
(nossa, de onde eu tirei isso)
É nestas horas que eu admiro os porcos e seus orgasmos múltiplos para ambos os sexos.
A vida sexual das pessoas me desinteressam de tal forma que o se o Pastor Batista confessasse seu fetiche por roupas de latex eu não iria ligar. Mas a partir do momento que a pessoa sai “confessando” por ai do que gosta e não gosta ela deve ter consciência que as outras pessoas vão poder comentar e dizer o que gostam e o que não gostam, inclusive o tal fetiche do pastor por roupas de latex e pouco oxigênio.
Se o direito de falar o que se gosta e não gosta é usado, tem que se saber que outras pessoas terão o mesmo direito e algumas podem ter o direito de não gostar do que tu gosta e comentar, assim como tu já fez.
Abraço
É a minha pergunta recorrente: por que as pessoas têm de usar seus próprios padrões como régua absoluta para medir o comportamento dos outros? A política do viva e deixe viver (concordando com as restrições envolvendo os animais domésticos e o sinal da internet) é de longe a melhor, menos danosa e menos causadora de conflitos sociais…
Asfixia?
¬¬
Eu tenho uma amiga Chinesa, mas ainda prefiro a Chun-li!
=D
Ah… também acho que não devemos nos intrometer e nem julgar ninguém por algo que dá prazer a essa pessoa, mas a nós não dá.
Também concordo no assunto de que a própria sociedade com seus preconceitos e moralismos “transbordantes” (boa essa, não?!), propicia tais acontecimentos.
Agora, gozar se sufocando é muito esquisito, fala a verdade. Enfim, poderia sim ter um amigo com esse costume, mas nunca brincaria com ele de trocar socos… rsrs
[]s a todos.
Fico só imaginando a quantidade de gente googleando por gueixa life, hehe…