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Onde estão as japas cariocas?
arquivado em Fenomenologia | Technorati: Veja a reação da blogosfera | Feed de comentários deste postOntem, conversando com minha jornalista preferida e pequena-flor-de-lótus Kátia Arima, percebi algo assustador: Não há japoneses no Rio.
Eu até conheço um “Japa”, mas o sujeito é do Pará, o apelido é tão significativo geograficamente como o “russo” usado para designar a maioria dos ruivos.
Nunca estudei com um japonês. De ambiente de trabalho só recordo vagamente de uma japonesa, mas essa não conta, era namorada de uma menina que trabalhava comigo, e não dava conversa pra gente. (muito menos o resto)

Grace Park, de Battlestar Galactica
Quando o Fugita e o Inagaki visitam o Rio já é suficiente para causar desequilíbrio na Força, alterando a balança kármica da presença nipônica no Estado. Será que japonês não gosta de praia, sol, carnaval? Será que eles só pensam em trabalho? Será que os estereótipos, mesmo positivos, nunca acabarão?
Em São Paulo é o contrário. Embora exista a Liberdade, não há a mentalidade de gueto, e os japoneses se espalham como o Perigo Amarelo da propaganda de guerra americana durante a Segunda Guerra Mundial. Dependendo do momento o sujeito pode achar que está no Akihabara em uma tarde de sábado. Aquele papo da maior colônia fora do Japão me parece bem realista.
Por mim tudo bem, não sou chinês, coreano ou russo, portanto gosto do Japão. Mas me decepciona essa aversão ao Rio. Poxa, até parece que nós, cariocas, fomos responsáveis por aquele terrível acontecimento em Hiroshima no dia 6/8/1945.
Para uma explicação mais detalhada do evento em questão, assista o vídeo abaixo.
Assim fica a dúvida: Vale mais investigar o mistério e tentar descobrir onde estão as japas do Rio, ou é mais fácil ir pra Sampa, onde elas são mais acessíveis, ao menos fisicamente? Culturalmente implica ter que gostar de Karaokê e Wasabi e Sushi. Que conste nos autos que eu abomino peixe em geral e prefiro minha comida morta, de qualquer jeito. Mas compenso no saquê.
Nota: A primeira imagem deste post é da Grace Park, ela é americana descendente de coreanos. Já a segunda é a Kelly Hu, tem sangue chinês, filipino e havaiano. Viu como você TAMBÉM não entende nada de japas?





Engraçado, eu também nunca experimentei sushi vivo…
:)
Caro Cardoso,
Que susto! A nota final tirou de meus pensamentos um comentário de correção.
Sobre não ter japas no Rio, eu acho uma pena. Mas melhor que menina japa é menina mestiça de japonesa. Dá uma mistura boa! Mas vez ou outra também dá umas coisas como este que te escreve.
Abraços,
Pois é, tem tão poucos japoneses no Rio que as pessoas estranham quando aparece um.
Quando eu fui pra lá, um taxista começou a falar inglês comigo e as pessoas na rua me olhavam como se fosse coisa do outro mundo (sou feio mas nem tanto)
Já na Liberdade é o oposto, eu olho pra todo japa que passa porque todos se parecem com alguém que conheço (e às vezes é).
Mas a escassez nipônica não é só no Rio. A maioria dos japoneses se concentra nos estados de São Paulo e Paraná, no resto do país não tem muitos. Tenho amigos japas que foram pro Nordeste e a reação das pessoas lá não era muito diferente dos cariocas.
E vamos ver quanto tempo demora para alguém comentar que as duas mulheres acima não são japonesas :-)
Tenho que confessar. Minha resposta pro post tava pronta ANTES de terminar a leitura. Aí você estragou tudo, explicando a origem das meninas.
É CLARO que eu conheço as diferenças. Sou paulistano, eeheheheh!! Mesmo em São Paulo, chama coreano de japonês pra ver o pau que dá…
E, não fique triste. Fui diversas vezes a Porto Alegre e também NUNCA ví nenhum oriental.
Abraços
Cardoso…
Se você acha o mundo pequeno, se eu disser que eu (Japonês), o Fugita e a Kátia estudamos na mesma sala no colegial, você acreditaria??
ops… *estudávamos*
Tinha uma frase de um amigo meu que era assim:
“Katia Arima… ruim de prosa, boa de rima”
Pelo jeito ela ficou boa de prosa também… rs rs rs
Ahahha já não basta os dois se chamarem Alexandre? Ô falta de imaginação.
E sim, o mundo é basicamente um ovo.
Tem uma repórter da Band… é japonesa e carioca, a julgar pelo sotaque.
tem uma japa carioca onde eu trampo =S
Da série, motivos pelos quais eu não mudarei para o Rio de Janeiro….
um amigo meu namorou uma japonesa que morava no Rio, mas sua família era de Sampa, estudei com uma chinesa, trabalhei com outra chinesa, tenho duas amigas coreanas … já quando morava em Sampa tinha vários amigos descendentes de orientais …
Hm, eu estou num mundo paralelo: moro em Ipanema e meus dois melhores amigos são japas (a amiga e o amigo) e eles não são nem parentes nem relacionados entre si. Quer dizer, são amigos, mas por minha causa. Mas tudo bem, eu também não sou o tipo mais comum de habitante do Rio. Meus iguais andam por aí temporariamente e falando línguas nórdicas que, infelizmente, não domino. Então se vires dois japas e uma loura escandinava tomando um chope, saiba que não são turistas.
Da última vez que estive no Rio, resolvi passear pelo centro histórico e lá pelas tantas peguei a balsa para Niterói. Lá dentro vi duas orientais. Não eram japas e sim coreanas provavelmente… E me pareceram estrangeiras… Na prática elas não estavam mais no Rio e sim em Niterói…
Fora isso não lembro de ter visto mais orientais pela cidade. Mas se a Geek Chic diz que existem então acredito, hehehe!
obs: é verdade. eu, o Jonny e a Kátia estudamos todos juntos. Mas isso faz muito tempo. O caso é que todo japa de SP estuda invariavelmente em apenas 3 colégios… então não é difícil ter estudado junto, hehe!
É verdade que japonesas tem a perseguida ao contrário?
Bah!
É verdade, as maGavilhosas japinhas não vem pra cá, só chineses e suas pastelarias…
Pelo menos eu agora posso me gabar de que entendo de japinhas, tava na cara que não eram japonesas, no máximo chinesas.
Isso é uma japinha:
http://aguoland.free.fr/blog/up/images/2006_06_07_08/miss_japan_01.jpg
Conheço duas irmãs japas que estudam em niterói :D
Cardoso, existem poucas mas existem. Eu já namorei uma até (sim, eu sei que parece um relato improvável, mas…). Agora, era uma que tinha vindo de São Paulo (passando por Brasília) quando era pequena, portanto não era exatamente carioca.
Hunter (Pedro Bouça)
Falo isso desde que vim morar no Rio e os cariocas nunca concordaram comigo, afinal a baixa população de japoneses pra eles é normal.
“[...]Que conste nos autos que eu abomino peixe em geral e prefiro minha comida morta, de qualquer jeito. Mas compenso no saquê[...]”
Da próxima vez que vier a São Paulo avise que eu dou uns toques. Tem como você conhecer bons restaurantes japoneses onde você não vai necessariamente comer sushi, sashimi e, muito menos, comida viva. Você pode comer teppan, yakissoba, shimeji, shitake, tempurá…
E, claro, ver japonesas.
[...] Não falo mais, aqui esta seu post falando sobre as japas. Morram de rir, ele é [...]
Gostei do Perigo Amarelo. hahahahaha
P. S.: Eu sei que a Kelly Hu tem sangue chinês. =P E a Grace de fato não tem olho puxado o suficiente.
No Paraná, mais precisamente na região Norte, com destaque a Londrina e Maringá, tem japonesa de balde hehehe. Inclusive sempre existem eventos voltados ao Japão nestas cidades que reunem, é óbvio, os japoneses da região.
Eu já vi vários descendentes de orientais em Porto Alegre, São Leopoldo, na minha cidadezinha de 20.000 habitantes… inclusive tenho amigos “japas”. No Rio Grande do Sul há uma colônia bastante fechada de japoneses em Ivoti.
Eu morava em Maringa no Parana e realmente o que tem de Japa la não ta no Gibi, eu mesmo namorei uma por 4 anos.
Sou paulistana e vivo há 16 anos no Japão e quando cheguei aqui, fiquei espantada ao constatar que a maioria dos brasileiros nikkeys que trabalhavam comigo, eram do Rio.
Hoje em dia, tem brasileiros de todas as partes do Brasil, inclusive do Rio.
QUEM SOUBER DS JAPONEAS , POR FAVOR MANDEM ELAS PARA BAHIA, SOU FÃ DELAS.
no meu caso, moro no rio, e acordo e anoiteço com uma japa linda. Graças a deus casei com uma
eu tambem nao te conheço, nao sei se vc existe, e nao estou interresado