Jun
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O plano sensacional do Governo, provavelmente rebento da Ministra-Sexóloga para resolver a Crise Aérea não tem a ver com contratação de novos controladores de vôo, reestruturação do modelo arcaico de envolver militares em uma atribuição civil, ou sequer inserir equipamentos de ponta na equação.
A graça toda é o Governo propor, no seu plano aeroviário:
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Ampliação dos vôos no horário de pico
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Espaçamento dos vôos para outros horários de menor tráfego
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Mudança dos hubs de Brasília e Congonhas para outros pontos
PELOAMORDEDEUS Alguém explique para esses burocratas uma coisa chamada LEI DA OFERTA E DA PROCURA.
Será que o Governo é tão alienado a ponto de achar que são AS COMPANHIAS que escolhem o horário onde colocam mais aviões? Ou que elas escolhem os locais para onde voar? CHAMA-SE DEMANDA, seu bando de marxistas alienados. Os passageiros voam para onde querem voar. Por isso passagens via Galeão são mais baratas que passagens via Santos Dumont. Por isso Guarulhos é mais barato que Congonhas.
Com uma compreensão TÃO RASTEIRA de algo tão básico do ponto de vista econômico, fica complicado acreditar em uma iniciativa do Governo.
Não digo nem que sejam leitores assíduos do De Gustibus. É querer demais de um burocrata do Governo, mas ao menos compreender a mais fundamental e clara Lei Econômica, inventada quando o primeiro símio descobriu que bananas que davam em qualquer lugar não garantiam favores sexuais das fêmeas, enquanto cerejas, mais raras e difíceis de achar, podiam ser trocadas por “aquilo”.
Claro, estou sendo otimista ao extremo, achando que burocratas do Governo teriam a mesma capacidade de percepção de um símio de 750.000 anos atrás.
Mais esperto que a maioria dos símios e burocratas governamentais, José Márcio Monsão Mollo, do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias rejeitou a proposta do Governo, dizendo:
“A opção não é das empresas, é dos passageiros. E pelas empresas aéreas esta hipótese está totalmente descartada”, avisou ele, acrescentando que as companhias descartam também as mudanças de “hub” - pontos de distribuição de vôos - de Brasília e de Congonhas, alegando que “a empresa não viaja para estes lugares porque quer, mas porque os passageiros querem e são eles que têm de ser atendidos”.
Fonte: Último Segundo
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Jun
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A Russia era um país que sempre me pareceu uma espécie de Brasil disfarçado pelo comunismo, mas depois que o Muro caiu, minha impressão se mostrou verdadeira. Dá tranquilamente para trocar a nacionalidade dos causos acontecidos nos países, sem nenhum comprometimento com a credibilidade da história.
vejam por exemplo essa que achei no English Russia: Oxana Fedorova é a Miss Universos 2002, ela apresenta o “Boa Noite Crianças”, um programa com marionetes popular desde o tempo da União Soviética. Bonitinho, não? Coelhinhos, cachorrinhos, fantoches. Onde entra o Brasil nisso tudo?
Digamos que a profissão de marionetista, ou titeriteiro, como eles gostam de ser chamados, não é tão ruim assim. É, não é ruim mesmo. Clique no “continue lendo” (ou algo assim) e entenda.
Continue lendo… »
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Jun
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Juro. Não acredito. Ninguém pode ser tão burro. Não pode. Não acredito.
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Jun
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Se olho gordo funcionasse o próximo lugar que o Viajante Mastercard iria visitar seria Bagdá. Acho que todos os blogueiros que descobrem a campanha sentem a mesma inveja. O sujeito ganha para viajar pelo Brasil, conhecer lugares legais, gente hospitaleira, bons restaurantes, e ainda paga tudo com um cartão Mastercard que deve ter um limite obsceno. Em troca, ele tem o terrível trabalho de tirar fotos, fazer filmes e alimentar o Blog do Viajante Mastercard.
Ah, e tem um Podcast também.

O blog está pra lá de completo, extremamente organizado, tem até as coordenadas geográficas dos locais, endereços das pousadas, restaurantes e bares, e só não é perfeito por não ter RSS. Acho que o pessoal do design não curte essas modernidades.

Há muita cultura regional nos relatos e vídeos, o tal blogueiro que estou começando a odiar por pura inveja não ficou só no esquema armadilha-de-turista Rio/Bahia. A proposta da campanha é mostrar “O Brasil que não tem preço“, e estão conseguindo. Só de divulgarem cultura e opções de turismo interno, como Tocantins e Pará, já estão fazendo um belo serviço, e garanto que isso atrairá muito mais simpatia que anunciar o fim do mundo, como uns desavisados fizeram.
O Viajante esteve até agora em Minas, Rio, Bahia, Tocantins, São Paulo, Maranhão e Pará. Bagdá não está no roteiro ainda mas fica aqui a sugestão.
Nota: Os posts com a categoria
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