22
Desafio da Intel: Educar Primeiro para Vender Depois
arquivado em Publicidade, Tecnologia | Technorati: Veja a reação da blogosfera | Feed de comentários deste post
Eu lembro de meu primeiro processador. Foi um 386 DX-40. 40MHz. Custou uma fortuna. Ainda tirava onda com quem tinha 386 SX, sem o co-processador aritimético.
Depois fui para o 486 DX2-66MHz e o resto foi festa.
Naquele tempo existia um conceito interessante: O processador genérico. Vários fabricantes faziam processadores compatíveis, e batizavam com o número, assim havia “386″ de um monte de gente.
Mesmo com essa concorrência era fácil vender processador. Seu público era composto 100% de geeks, quem comprava sabia o que estava comprando.
Com a popularização da informática, os fabricantes ficaram num mato sem cachorro. Precisam vender um dos produtos mais complexos e avançados criados pelo Homem – um microprocessador – para pessoas que não têm a menor idéia da tecnologia por trás daquele “quadradinho pretinho”.
Não dá mais para falar de GHz, ou MHz. Um processador de 1.21GHz pode não ser mais rápido que um de 1.0GHz se este utilizar hyperthreading, n-cores, cache preemptivo não-heisenberguiano, ou seja lá o que tenham criado nos laboratórios.
A saída, encontrada pela Intel foi educar o consumidor. Ao invés de dizer “este processador é um dual-core-hyperthread”, eles explicam o conceito, criando um público informado.
Para isso lançaram uma série de vídeos onde um engenheiro explica vários conceitos relacionados a processadores, em linguagem simples, para leigos. E para continuar inovando, estão usando blogs para chegar até seus consumidores. Excelente pedida.
Os vídeos, que recomendo a qualquer um que não tenha conhecimento específico da área, estão aqui:
Este post patrocinado foi escrito em um Macbook com processador Intel Core Duo de 1/83GHz mas garanto que ele nem ficou cansado. Se deseja divulgar seu produto ou serviço neste ou em qualquer outro de meus blogs, fale comigo.




Meu primeiro chip nem imagino qual era. Era um XT de 4Mhz. Pelo Google acabei de descobrir que, claro, era um Intel 8088.
Meu sonho era trocá-lo por um chip NEC v20 (embora mesmo hoje eu não saiba o que é isso – ok, mais uma vez via Google, acabei de descobrir o pq ele era melhor)
Assim como vc, migrei para um 386 de 25 MHz e depois para um DX2/66.
Desde então meus micros foram sucessões de processadores Intel. Já até trabalhei com alguns AMD, mas nunca tive no trabalho máquinas superiores às que eu tinha em casa, todas Intel.
Não sei se por preconceito ou admiração juvenil, mas chip pra mim é Intel.
Enfim, sei lá tb pq estou falando isso. Acho que pra contar um pouco da minha história também.
A propósito, diferente do post, este não é um comentário patrocinado!
Grande abraço
Acho isso muito interessante.
Quando uma fabricante explica o significado de sua tecnologia, este tem maior credibilidade, na minha opinião.
Gostei do artigo!
Há alguns meses fui num evento aqui em Florianópolis onde tinha um profissional da Intel explicando quase a mesma coisa que o Gonçalves escreveu no vídeo. Lembro que a apresentação do cara tava em inglês e começava com a frase:
“Performance is more than Ghz”
Perfeito. Como ele mesmo explica, exauriu o limite de GHz. E explicar os diferenciais do processador além da frequência é muito importante. Ainda tem-se a tradição de que o que tem mais GHz, é mais rápido ou, como eu prefiro dizer, tem mais performance.
Estava mais que necessário essa “explicação”, ainda que com marketing, da Intel.
[]s
Bom, até que sou da época do 486, mas quando meu pai (que sempre curtiu eletronica também) foi comprar o meu primeiro PC ele tinha ouvida falar de um chip novo… o Pentium, e foi meu primeiro, bom quando todo mundo tinha um 486 era bacana falar:
Eu tenho o 586 ! (no começo nem acreditavam que existia)
Mas as maquinas seguintes foram todas com chips AMD, e passei a admirar a empresa na epoca da disputa com o P4.
Ultimamente tenho vontade de conhecer algum da arquitetura SPARC (da Sun), ou brincar com algum da IBM… falando neles, o Power6 acabou de sair do forno.
486 DX2-66MHz também foi o meu primeiro!
aaah minha primeira máquina…ainda me lembro dela com carinho. Passamos bons momentos juntos. Foram “Anos Incríveis” (hahahahahahahahahahah!!!!!)
Meu primeiro pc, comprado junto com parentes (o preço era um absurdo!!) foi um fantastico 486, e minha placa de video uma trident de fabulosos..2 mb..rsrsrsr
Muito fraco os vídeos e as explicações. A Intel mesmo já fez a burrada da “corrida dos GHz” aumentando só a frequencia e esquecendo do resto, e com isso a AMD acabou dominando.
Deveria começar falando o que é Hertz, que muita gente por aí fala de boca cheia mas não faz a mínima idéia do que seja. Depois explicar o porque de Mega Hertz e, finalmente, Giga Hertz.
Mas não, ao invés disso vamos induzir o povo brasileiro a pensar da forma que a gente quer. A maioria acredita em tudo que vê por aí, até em uma entrevista paga pela Intel.
Eu tive a sorte de meu pai sempre ter gostado de tecnologia, assim, eu coloquei as mãos no meu primeiro computador lá por volta de 1979, era um NEZ80… de lá para cá, passei pelo TRS80 (CP500), 8088 (eu tive em casa o primeiro PC da IBM), e por todas as gerações de processadores desde então…
Ainda lembro do tempo que comprava memória em chip em vez de pente…
Que massa! meu primeiro processador foi um 386 também, apesar de eu achar que ele era um DX2. Depois meu pai fez um up e colocou um 486 Dx4 100Mhz!!! o bixo!
boa infancia!
Meu primeiro foi um Z80A, que equipava os MSX (com software gravado em fita cassete). Um programinha de 32kb levava uns minutos prá ser carregado… Depois evoluí prá um Motorola 68000, que equipava o então fabuloso Amiga 500 (com 1 Mb de memória!!!), e drive 3 1/2 de 880 kb.
Ola, apenas uma correcao. A diferença do 386 DX para o SX era que o primeiro possuia barramento interno e externo de 32 bits, ao passo que o SX possuia barramento interno de 32 e externo 16 bits. Quem tinha co-processador aritmetico built-in eram os 486DX em diante. Acessavam interna e externamente em 32 bits. O 486 SX era o 486 de “pobre”, beem mais barato que DX na época sem o co-processador aritmético. Estou me sentido velho ao ler o seu post e os comentarios do pessoal. Meu primeiro processador foi um Zilog Z80. O computador possuia 16 kbytes (isso mesmo 16.384 bytes de memória), era monocromatico de ligar na televisão e os programas eram escritos em basic e assembler (mais em basic do que assembler) e eram salvos em fitas K7. Velhos tempos. Tenho este computador até hoje, guardado como uma lembrança dos tempos de açogueiro (nao existia internet, obviamente e se houvesse a necessidade de um programa para qualquer finalidade, cabia a voce escreve-lo).
Gustavo, meio a meio. O barramento do SX era realmente 16 bits, mas ele não tinha um módulo aritmético interno, quem precisasse deveria instalar na placa o 80387SX.
Bom dia… bom meu primeiro computador quase foi um CP-200, mais deu errado a negociação e acabei comprando um TK-90x que era a versão brasileira do computador pessoal ZX Spectrum da empresa inglesa Sinclair Research. Foi fabricado no Brasil pela Microdigital Eletrônica à partir de 1985 e utilizava o microprocessador Z-80A (3,58 MHz) de 8 Bits, eles tinham 16kb ou a versão com 48kb (que era o meu), ele tinha um pequeno sistema BASIC para interpretar os comandos e usava fotas cassetes para armazenar os programas, eu passava a tarde inteira pra colocar pra rodar 3 ou 4 programas, pois demoravam a seream carregados e com isso nós passavamos horas usufruindo o programa carregado para poder carregar outro, se quiserem ver algo mais sobre esse equipamento entrem no site: http://www.tk90x.com.br e lá conheceram mais sobre essa joia…
Obs: Eu ainda tenho um e adquiri o meu em meados de 1987…
Não foi comigo e sim meu pai, o 1º computador que ele pegou foi um !BM com processador de 4MHz e com o “Turbo”(overclock) acionado ficava 10MHz…
Um amigo meu tem vários desses da era do Zx aí acima inclusive o próprio.
Olá Cardoso, tudo bem?
Venho aqui, pois acredito que devemos tentar ser éticos e respeitosos, de modo que, se eu utilizo teu site, dados postados aqui ou em qualquer outro lugar, eu devo sim, ao menos comunicar. Como trata-se apenas de um blog, e não algo a ser documentalmente publicado (livro, revista), não achei necessidade de avisá-lo antes, e sim, notificá-lo, até para que possa conhecer o meu blog também!
Ok?! Até mais! E obrigada, claro!
[...] não posso negar que elas são de fato especialistas na articulação de vendas e tecnologia, estão interessadas e são comprometidas com isso, e não desperdiçam atenção com chocolates, ursinhos, pantufas e [...]