Blog do Cardoso

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Mar
21

Cortesia Profissional é tudo

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Apenas relatando os autos…

CAIO MARCUS MOURÃO DE ALMEIDA, já qualificado nos autos da Execução, promovida por Vale do Rio Verde Emp.Com. e Imob. S/A, em tramitação por este Nobre Juízo e Digno Cartório vem impugnar o valor apresentado como final de uma conta de de NCZ$21.000,00 (Vinte e um mil cruzados novos).

Em que pese ser uma dívida ilíquida, todavia, foi apresentada para ser cobrada pela via executória, pois vem de um saldo de NCZ$29.000,00 (vinte e nove mil cruzados novos), que o peticionário ficou a dever para o paramento de impostos que a Autora, requereu e ilegalmente o despejo do peticionário, visto que, na ação principal de despejo por falta de pagamento, o peticionário pediu prazo para purgar a mora devida, e pagou no dia e hora designados.

Contudo, a advogada da Autora, uma reclacada, hipócrita, ignorante, tanto fez que acabou por despejar o colega de profissão do apartamento do prédio que residia com seus filhos, ou melhor, com sua família, que ela administrava.

Deveria, por ética profissional, entrar em contato com o colega e requerer a complementaçao do mora, já que durante muito tempo residia no referido apartamento.

Essa imbecil, causou-me profundo dessabores, humilhações, e vem causando, ainda, por causa de um capricho, mas essa filho da puta terá muito em breve uma resposta aos seus desumanos atos profissionais.

Quer agora o meu Órgão musical, porém somente terá o meu orgão genital, sua filho da puta.

A quantia levada a efeito às fls 144, é totalmente improcedente e está eivada de erros e falhas, motivo pelo qual, está impugnada, devendo, ainda sofrer os índices deflacionários, por ser um imperativo de JUSTIÇA. visto que essa quantia foi conseguida graças a correções ilegais.

Duvida?

Olha a prova… cortesia do PG… (clique para ampliar)

PS: Pelo visto não deu muito certo, o Nobre Caio teve seu registro na OAB suspenso… provalvemente, por excesso… de vírgulas,.

 



  1. Ibrahim Cesar em 21/03/2007 - 18:45 escreveu:

    Pelo menos aprendi que quando quiser ofender uma mulher deve-se dizer “sua filho da puta”.



  2. Cardoso em 21/03/2007 - 19:15 escreveu:

    Curioso, né? O texto dele devo dizer que não é dos melhores. Mesmo pra um causídico.



  3. Sigil em 21/03/2007 - 21:55 escreveu:

    Por essas e outras que eu digo que as pessoas precisam de um tradutor do português para o “advogadês”.



  4. Luis Santos em 21/03/2007 - 22:48 escreveu:

    Não escrevem bem, não sabem, fazer contas, não apresentam raciocínio lógico, trabalham através da pompa, do ritual e de um linguajar desenvolvido para não ser compreendido pelas pessoas “comuns”.
    Wiley já os representava bem na série do “Non Sequitur”, que era genial. Ainda deve ser, mas não foi bem compreendida pelas pessoas “comuns” e sumiu dos jornais tupiniquins (ou pelo menos d’O Globo).

    Alguem leva a sério alguém que nem sabe escrever? Como esta criatura conseguiu seu diploma? E pior, passou na tal “prova” da Ordem, que confirmaria a capacidade dos bachareis em direito?!?!??!

    Viva Shakespeare!

    Aloha!



  5. MaRx em 22/03/2007 - 02:06 escreveu:

    Ninguém falou em estagiário?



  6. eliza miranda em 22/03/2007 - 03:11 escreveu:

    eu conheco um(a) profissional da area de direito…que trabalhou no tribunal de pequenas causas ate, lidando direto com o publico…que fala um portugues aqui e ali tao erradoqque da vergonha (minha, nao da tal pessoa)…uma vez essa pessoa disse “o problema de miami e o trafico de carros…horrivel…carro pra tudo quanto e lado, que nem no rio”
    (gente, a pessoa quiz dizer “trafego”)

    e aquele professor da UFF do curso de Publicidade…dava aula de Etica (pausa para risos)…advogado de sampa…que falava cada uma quando se dava ao luxo de aparecer pra dar aulas que era de doer. carlos cardoso deve ter conhecido.



  7. Fabio em 22/03/2007 - 07:50 escreveu:

    É a pior raça do mundo
    Cães miseráveis

    Até boxeadores após destruirem a cara um do outro se abraçam e se cumprimentam (ta certo tem excessões)



  8. FernandoMS - Pulga em 22/03/2007 - 08:22 escreveu:

    huahuahua… que meigo ele!
    ignorantezinho…
    essa peça é no mínimo curiosa.
    …[:)]…
    Abração!
    http://blog.cronicanet.com.br



  9. Bruno Gross em 22/03/2007 - 09:49 escreveu:

    Advogados continuam pra mim sendo classificados como seres amados posicionados em escala num lugar entre as baratas que aparecem no centro de Niterói e a frieira que da entre os dedos do pé…
    Bem ali no meio…

    Ô raça!



  10. Bruno em 22/03/2007 - 11:06 escreveu:

    As vírgulas são mortais…

    Eu acho que se ele fosse um pouco mais contido ele até conseguiria ganhar alguma coisa, mas como se excedeu no uso das…vírgulas, se fudeu.



  11. Cardoso em 22/03/2007 - 11:16 escreveu:

    Fora a multa, aproximadamente R$3500,00.



  12. Rodrigo P. Ghedin em 28/03/2007 - 14:06 escreveu:

    Como futuro integrante da classe (se não enroscar no exame da Ordem, claro), gostaria de defender os advogados neste espaço visivelmente desfavorável aos mesmos.

    A primeira falha do tal Dr. Caio é advogar para si mesmo. Já dizia um antigo e sábio professor de Processo Civil que o advogado que defende a si próprio é o advogado mais burro do mundo. Por quê? Porque ele não controla as emoções. O advogado representa a parte em juízo, e nesta posição de “intermediáio” (não é o melhor termo, mas enfim), apara arestas, controla a situação, converte em linguajar aceitável o vômito verbal do seu cliente. Sendo ele parte e advogado ao mesmo tempo, tudo isso se perde.

    A referida petição, aliás, é bem antiga, data de 1991, detalhe este que explica o fato do tal Caio ser um advogado. Explico: a rigidez no exame da OAB é algo recente. Antigamente, não havia sequer exame! O estágio durante a graduação habilitava automaticamente o então bacharel a integrar os quadros da OAB, podendo assim exercer a advocacia.

    E, embora eu conheça o estereótipo dos advogados, e até dê risada das piadinhas infâmes que se propagam por aí, dêem um crédito, não generalizem. Pode até ser que a maioria dos profissionais da área não preste, mas sem dúvida há os que se salvam, logo, não dá para generalizar, certo?

    []’s!