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Como capitalismo de gente grande lida com crise aérea
arquivado em Fenomenologia | Technorati: Veja a reação da blogosfera | Feed de comentários deste postA JetBlue, uma operadora aérea americana no modelo budget, como a Gol e a BRA no Brasil passou por um perrengue. Atrasos e mais atrasos, por causa de uma nevasca passageiros ficaram presos dentro de um avião por 10 horas e meia. Isso causou um efeito cascata, com cancelamentos, perda de passageiros, ações em queda, desastre total.
Aqui os atrasos já viraram parte da rotina. A Agência Nacional de Aviação Civil GARANTE que não haverá atrasos no carnaval, apenas para no dia seguinte termos registrado 25% dos vôos com atrasos.
A JetBlue tomou alguns providências. Primeiro, treinou todo o pessoal de terra para exercer funções de equipe de vôo, caso seja necessário. Segundo, aumentou a quantidade de linhas de apoio e reservas.
Terceiro, está oferecendo vouchers para vôos com atraso.
De uma a duas horas: US$25,00 de desconto em um próximo vôo
De duas a quatro horas: US$50,00 de desconto
cima de seis horas: Próximo vôo gratuito.
Parece pouco, mas lembre-se, um vôo New York – Houston na JetBlue custa US$59,00.
Como ficamos sabendo disso? Bem, além de ampla divulgação na Imprensa, David Neeleman, CEO da empresa gravou um vídeo no YouTube, pedindo desculpas pelo atraso.
Eu queria muito ver as companhias aéreas brasileiras, principalmente a TAM, assumindo a mesma postura, colocando a cara (e o bolso) a tapa. Por mais que a postura terrorista dos controladores aéreos seja clara, é ema ema ema, cada um com seu problema.
via CNN




Palmas para a jetBlue.
Empresa de primeira considera o cliente!
Que bela tacada!
Já recuperou a moral.
Agora é só não perder o controle que a confiança dos clientes duplica.
Abraço
Isso se chama respeito.
Parabens!
Maysa
Será que o transponder funciona?
Aloha Chefe!
Algumas coisas acontecem por lá, com mais frequencia do que por aqui.
“Highway: Improvise. Adapt. Overcome.”
Aloha!
culturas diferentes né
lá a cultura é de respeitar o cliente, que é quem paga as contas da empresa
aqui a cultura é de enganar o cliente pra tirar todo o dinheiro dele
ahaha otimo comentario…
verdade, as coisas nos eua funcionam de forma diferente das do brasil. as empresas respeitam mais…mas isso acontecem porque a maioria da populacao reclama, boicota, escreve carta e protesta o quanto for preciso por qualquer motivo que ache justo. o empresario americano nao e bom por natureza, apenas sabe que se nao andar na linha o produto/servico dele nao decola. ja no brasil essa consciencia e nova, ainda, infelizmente (mas ta melhorando, comparada com quinze anos atras).
conclusao: quem educa o empresariado e o cliente. sem satisfacao (de fato) a demanda nao acontece. quando o consumidor nao reclama–por acomodacao ou ignorancia–no fundo ta endossando a negociacao.
nos eua ate livro voce consegue devolver. ou fruta, ou a maioria dos produtos alimenticios, passando por roupa, brinquedo, movel etc. sao raras as lojas que nao tem uma politica de retorno de mercadoria (essas na pior das hipoteses oferecem reembolso ou troca).
eu mesma ja devolvi uma mesa de computador inteirinha, que depois de montada provou ser nada funcional. empacotei tudo, levei na loja e recebi o $ de volta, sem maiores delongas. a funcionaria que me atendeu na ocasiao foi tao gentil na hora do retorno quanto havia sido na hora da venda.
invente uma empresa aqui nessa budega falar mal do controle de tráfego?
perde a concessão no mesmo dia!
esses lacaios capitalistas sem alma :)
Aqui no Brasil quem reclama dos seus direitos toma a fama de chato. Eu estava na maior guerra com a Telefonica e minha mãe simplesmente ignorou meu esforço e aceitou pagar pelo erro deles em parcelas suaves…
Se os brasileiros brigassem mais pelos seus direitos, muita coisa mudava…inclusive esses problemas com as cia. aereas….
Apesar de empresas com atitudes como a da JetBlue serem raras por aqui, algumas já estão mostrando como encantar o cliente.
No natal comprei um MP3 Player no Submarino para dar de presente. Com menos de uma semana de uso o aparelho parou de funcionar. Imaginei que teria uma dor-de-cabeça para trocar o produto, além de ter mais despesa com transporte do produto até São Paulo.
Para minha surpresa, precisei apenas preencher no site um formulario detalhando o defeito do produto e indicando se eu preferia enviar o aparelho para eles ou preferia que retirassem na minha casa.
Em 5 dias úteis recebi um email avisando que, como o produto não tinha conserto, poderia optar por ter o valor pago como crédito no Submarino ou estornado do cartão de crédito.
Ou seja, pelo menos algumas empresas já estão oferecendo tratamento de primeiro mundo para os clientes do Brasil…
Já que estamos (ou estávamos) em carnaval, vamos cantar um sambinha:
“Sonhar não custa nada, não se paga pra sonhar…”
Isso é igual crêr que Jesus vai voltar :-) !
Como alguns colegas já mencionaram o negócio é o pessoal tomar peito e reclamar não só para as companhias mas em qualquer serviço onde nós mesmos brasileiros somos prejudicados.
Muitas vezes, essas empresas não fazem nada pelos seus clientes devido a falta de reclamação ou de que alguem entre com uma ação contra eles.
EH so que nos USA os passageiros nao ficam dando piti querendo agredir os funcionarios e depredando as instalaçoes da empresa porque senao vao PRESOS, coisa que nao acontece na republica das bananas. eh facil para esse governo de bosta responsabilizar uma empresa aerea quando ele proprio ao inves de investir em infraestrutura aeroportuaria prefere construir shoppings dentro dos aeroportos. nos aqui temos o unico aeroporto de grande trafego que nao eh a prova dágua,choveu, fechou. A TAM tem sua parcela de culpa mas muito menor do que acham os super especialistas em trafego aereo brasileiro.
Impossível comparar, veja o tamanho dos dois mercados!
[...] A crise aérea levada a sério e o que aconteceira se as empresas aéreas fossem controladas por sistemas operacionais. [...]
[...] A crise aérea levada a sério e o que aconteceira se as empresas aéreas fossem controladas por sistemas operacionais. [...]
[...] A crise aérea levada a sério; o que aconteceira se as empresas aéreas fossem controladas por sistemas operacionais e como recuperar gadgets roubados. [...]
Muito bom o post! Passei por um problema seríssimo juntoà TAM no fi de ano.
O fato é que o brasileiro (pelo menos eu!) trabalha, paga impostos, e tira alguns dias de férias com o que sobrou de sua grana e ainda tem de ver, como no meu caso em pleno aeroporto de Guarulhos há 20 horas esperando para viajar, na página do Terra que as pessoas com as quais os olerites são pagos com os impostos que eu pago, pedindo aviões da FAB para levá-las para casa. Pessoas que nem se quer param para relfetir que o caos é causado pela falta de sua proatividade em fazer um país melhor.
Falando de aeroportos numa esfera micro, pois o caos está espalhado por todos os lados.
Façam como eu, botem a TAM e qualquer outra empresa que não entregue o que você pagou para ter no pau!
palmas parabéns isso é que é respeito.