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Um post-clichê para começar a semana
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Eu nunca fui fã do modelo blog-meu-diário, acho essa coisa de se expor para qualquer um coisa de gente que não tem amigos para dividir os problemas. De vez em quando, entretanto, abro uma exceção. Primeiro, por não gostar de incomodar meus amigos com meus problemas, segundo, por gostar de passar mensagens crípticas (ou nem tanto). Também me sinto na obrigação de dar uma satisfação a quem gasta seu tempo lendo este blog.
Confesso que andei um tempo parado, bem mais do que a semana que fiquei sem escrever no Contraditorium, no trabalho que falta no Meio-Bit, no site da Carol que ainda não terminei e vários outros projetos negligenciados. É fácil deixar a pilha aumentar. É até conveniente. “não sei por onde começar” foi uma desculpa que funcionou muito bem nos últimos meses, mas agora chega. Cansei.
Minha vida pessoal está uma zona, não consigo nem honrar minha afirmação de que só funciono na Matrix. Minha música preferida ultimamente tem sido Yesterday. Até gostaria de ter caído em uma espiral autodestrutiva de sexo, drogas e rock & roll, mas de três só consegui o rock (Supertramp rules), o resto, bem… minha L.E.R. inviabiliza o sexo, e pra completar odeio agulhas.
Isso serviu para atrasar meu processo. Reconstrução pessoal é uma coisa complicada. Mais do que eu imaginava. O maior desafio que já enfrentei até hoje. Mesmo assim, para desespero de alguns, desgosto de outros e indiferença da maioria, estou voltando. Meu período sabático acabou. Não mais Woody Allen, não mais mr Nice Gaius, o Cardoso está de volta, mais Melvin Udall do que nunca. E quem não gostar? Frankly my dear, I don’t give a damn.





Welcome back.
We missed you.
[Responder]
Well, I did, at least.
SPOCK says: “Not possible. You were never alone.”
[Responder]
[...] Somente hoje eu fui ler esse texto do Cardoso e não pude deixar de notar que é uma situação bem semelhante à minha atualmente. [...]
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